


Leandro Matias
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Leandro Matias
Jul 23, 20253 min read

/IMÓVEIS
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IMÓVEIS EXCEPCIONAIS
INSIGHTS
Este é um espaço de colaboração e pensamento livre. Aqui exploramos estudos de caso e buscamos provocar reflexões a partir do entendimento de que Cidades são ecossistemas vivos onde economia, meio ambiente, cultura e a sociedade se entrelaçam.






![Há alguns anos, acreditava-se que os escritórios haviam chegado ao fim. As manchetes decretavam o colapso das torres corporativas, as cidades pareciam condenadas a perder o seu pulso, e o trabalho, agora mediado por telas, prometia libertar todos da geografia. Foi um delírio breve, mas eloquente. O tempo, paciente como sempre, tratou de devolver as proporções à realidade, revelando que o que estava em ruína não era o escritório em si, mas o modelo ultrapassado que o sustentava.
Hoje, o mundo corporativo assiste a um movimento inverso: o retorno à presença, mas em outra escala. Menos metros quadrados, mais valor por metro. [...] Empresas e profissionais voltaram ao espaço físico, mas agora ele precisa justificar sua existência. E o faz quando se torna extensão da cultura, da identidade e do propósito de quem o habita.
É o que o mercado passou a chamar de “flight to quality”: uma espécie de depuração silenciosa em que os edifícios medianos, excessivos ou genéricos perderam relevância, enquanto os de alta especificação, bem localizados e de arquitetura elevada - pensados com inteligência humana e técnica - tornaram-se os destinos mais desejados. […]
Há uma transformação cultural embutida nisso. O escritório deixou de ser um custo fixo para se tornar um capital simbólico. Empresas perceberam que o espaço onde trabalham é também o espaço onde se definem. […] O rendimento vem do metro de valor, não apenas do metro quadrado.
[...] O resultado é previsível: os bons edifícios se tornam referência e patrimônio coletivo, ampliando a atratividade urbana e o potencial de valorização.
Essa leitura, que começou como tendência, hoje é diagnóstico. O mercado se bifurcou: de um lado, ativos obsoletos, com altos custos de operação e baixa atratividade; de outro, edifícios que entregam tecnologia, bem-estar e eficiência, concentrando a preferência dos ocupantes e o retorno dos investidores. É uma seleção natural do espaço construído. E dela emerge um novo paradigma: o da arquitetura como ativo de futuro.
[continua]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/619277416_18558157549043813_5113175620458830589_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=109&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=R2LRNSY-JDMQ7kNvwGp2uPk&_nc_oc=AdlrFMbwwO4OqM2HkW2HRQgBIVp5POjK2_Wu1uQ6kpGfwZ6Q0-ucZFhHNXEba71kOxc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=lqNMLR3ABGO2CF9ym-o80w&_nc_tpa=Q5bMBQExR-YDD-aGZpgeGPxHSjRkdDZ6TY4RxY4K0aUHL63vbW5fuEnWIqN-srRj-eUDCT3srCMPPEr_&oh=00_AfvQnp1ZmqCUk9szG9jOaxZbaHYTybDPNLmTVZOsDhG-1w&oe=69913C4B)
![Há alguns anos, acreditava-se que os escritórios haviam chegado ao fim. As manchetes decretavam o colapso das torres corporativas, as cidades pareciam condenadas a perder o seu pulso, e o trabalho, agora mediado por telas, prometia libertar todos da geografia. Foi um delírio breve, mas eloquente. O tempo, paciente como sempre, tratou de devolver as proporções à realidade, revelando que o que estava em ruína não era o escritório em si, mas o modelo ultrapassado que o sustentava.
Hoje, o mundo corporativo assiste a um movimento inverso: o retorno à presença, mas em outra escala. Menos metros quadrados, mais valor por metro. [...] Empresas e profissionais voltaram ao espaço físico, mas agora ele precisa justificar sua existência. E o faz quando se torna extensão da cultura, da identidade e do propósito de quem o habita.
É o que o mercado passou a chamar de “flight to quality”: uma espécie de depuração silenciosa em que os edifícios medianos, excessivos ou genéricos perderam relevância, enquanto os de alta especificação, bem localizados e de arquitetura elevada - pensados com inteligência humana e técnica - tornaram-se os destinos mais desejados. […]
Há uma transformação cultural embutida nisso. O escritório deixou de ser um custo fixo para se tornar um capital simbólico. Empresas perceberam que o espaço onde trabalham é também o espaço onde se definem. […] O rendimento vem do metro de valor, não apenas do metro quadrado.
[...] O resultado é previsível: os bons edifícios se tornam referência e patrimônio coletivo, ampliando a atratividade urbana e o potencial de valorização.
Essa leitura, que começou como tendência, hoje é diagnóstico. O mercado se bifurcou: de um lado, ativos obsoletos, com altos custos de operação e baixa atratividade; de outro, edifícios que entregam tecnologia, bem-estar e eficiência, concentrando a preferência dos ocupantes e o retorno dos investidores. É uma seleção natural do espaço construído. E dela emerge um novo paradigma: o da arquitetura como ativo de futuro.
[continua]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/619277416_18558157549043813_5113175620458830589_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=109&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=R2LRNSY-JDMQ7kNvwGp2uPk&_nc_oc=AdlrFMbwwO4OqM2HkW2HRQgBIVp5POjK2_Wu1uQ6kpGfwZ6Q0-ucZFhHNXEba71kOxc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=lqNMLR3ABGO2CF9ym-o80w&_nc_tpa=Q5bMBQExR-YDD-aGZpgeGPxHSjRkdDZ6TY4RxY4K0aUHL63vbW5fuEnWIqN-srRj-eUDCT3srCMPPEr_&oh=00_AfvQnp1ZmqCUk9szG9jOaxZbaHYTybDPNLmTVZOsDhG-1w&oe=69913C4B)
























