


Luciano Rosas
1 day ago3 min read



Thiago e Fernanda - Quintau
Aug 44 min read



Felipe Bezerra
Jul 103 min read

/IMÓVEIS
DESTAQUE DA SEMANA
IMÓVEIS EXCEPCIONAIS
INSIGHTS
Este é um espaço de colaboração e pensamento livre. Aqui exploramos estudos de caso e buscamos provocar reflexões a partir do entendimento de que Cidades são ecossistemas vivos onde economia, meio ambiente, cultura e a sociedade se entrelaçam.


![“Uma centralidade não é criada por decreto de construtora. Ela é um fenômeno da cidade, que nasce de infraestrutura, de fluxo, de uso ao longo do tempo. O que um bom projeto pode fazer é ler onde essa centralidade já está tentando acontecer e ajudar a qualificá-la: dar a ela densidade de uso, diversidade de programa, capacidade de sustentar vida pública em horários diferentes do dia. Um lugar só vira centralidade de verdade quando tem gente caminhando nele por motivos diferentes: trabalhar, comprar pão, encontrar um amigo, atravessar a caminho de outro lugar, e não só entrando e saindo de um elevador.
É por isso que fachada ativa é tão importante. É a decisão mais política que um projeto toma sobre que tipo de rua ele quer criar. Um térreo cego, com muro e portaria isolando o edifício do passeio, é uma escolha: a escolha de tratar a cidade como ameaça, algo do lado de fora que precisa ser mantido a distância. Um térreo poroso, com comércio, vitrine, gente entrando e saindo, é a escolha oposta: tratar a rua como parte do produto, e não como resto. Isso muda a experiência de quem mora ali, mas muda ainda mais a experiência de quem só está passando, e é essa segunda pessoa, o pedestre anônimo, quem normalmente fica de fora da conta quando se desenha um empreendimento.”
[…]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://instagram.fsdv2-1.fna.fbcdn.net/v/t51.82787-15/782184635_18624747109043813_1810242370644889713_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=105&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=dvbsRieV9CIQ7kNvwFVnObK&_nc_oc=AdqapniGGjvO_kkPgkhPLYA0YpMrBRg9X_NUvOARxYdHWHvUORuXSp9BPHVmvRqV5Ak&_nc_zt=23&_nc_ht=instagram.fsdv2-1.fna&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ta70-Sh8lmM3f8w959Q0ew&_nc_tpa=Q5bMBQK1dn4RbUB4iawz1_WJF9cOaIgQe7HZoDXFAQyrFWnwi5FUV-De-KE2M8h5t7P5LXEtiaG9Hwro&oh=00_AQGUcs0Psn0ybQoiqn44U4atP9sAInHFdS8TaVbXrJMp0w&oe=6A8FB106)
![“Uma centralidade não é criada por decreto de construtora. Ela é um fenômeno da cidade, que nasce de infraestrutura, de fluxo, de uso ao longo do tempo. O que um bom projeto pode fazer é ler onde essa centralidade já está tentando acontecer e ajudar a qualificá-la: dar a ela densidade de uso, diversidade de programa, capacidade de sustentar vida pública em horários diferentes do dia. Um lugar só vira centralidade de verdade quando tem gente caminhando nele por motivos diferentes: trabalhar, comprar pão, encontrar um amigo, atravessar a caminho de outro lugar, e não só entrando e saindo de um elevador.
É por isso que fachada ativa é tão importante. É a decisão mais política que um projeto toma sobre que tipo de rua ele quer criar. Um térreo cego, com muro e portaria isolando o edifício do passeio, é uma escolha: a escolha de tratar a cidade como ameaça, algo do lado de fora que precisa ser mantido a distância. Um térreo poroso, com comércio, vitrine, gente entrando e saindo, é a escolha oposta: tratar a rua como parte do produto, e não como resto. Isso muda a experiência de quem mora ali, mas muda ainda mais a experiência de quem só está passando, e é essa segunda pessoa, o pedestre anônimo, quem normalmente fica de fora da conta quando se desenha um empreendimento.”
[…]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://instagram.fsdv2-1.fna.fbcdn.net/v/t51.82787-15/782184635_18624747109043813_1810242370644889713_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=105&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=dvbsRieV9CIQ7kNvwFVnObK&_nc_oc=AdqapniGGjvO_kkPgkhPLYA0YpMrBRg9X_NUvOARxYdHWHvUORuXSp9BPHVmvRqV5Ak&_nc_zt=23&_nc_ht=instagram.fsdv2-1.fna&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ta70-Sh8lmM3f8w959Q0ew&_nc_tpa=Q5bMBQK1dn4RbUB4iawz1_WJF9cOaIgQe7HZoDXFAQyrFWnwi5FUV-De-KE2M8h5t7P5LXEtiaG9Hwro&oh=00_AQGUcs0Psn0ybQoiqn44U4atP9sAInHFdS8TaVbXrJMp0w&oe=6A8FB106)




















![As grandes cidades do século XXI já compreenderam que parques não são apenas áreas verdes. São infraestrutura urbana.
Durante décadas, investimos na construção de ruas, avenidas e viadutos para facilitar o deslocamento dos automóveis. Hoje, entendemos que a qualidade de uma cidade está na capacidade de oferecer espaços onde as pessoas desejem caminhar, permanecer, encontrar-se e viver.
Um parque é um equipamento de cultura, educação ambiental e cidadania. É um espaço onde diferentes gerações convivem, aprendem e fortalecem sua relação com a cidade e com a natureza. Por isso, torna-se também um dos mais importantes equipamentos de saúde pública que uma cidade pode oferecer.
Natal possui um patrimônio natural raro entre as capitais brasileiras: o Parque das Dunas. Essa reserva de Mata Atlântica regula o clima, protege aquíferos, abriga rica biodiversidade e constitui uma das principais marcas da identidade da cidade. Apesar disso, sua presença ainda é pouco incorporada ao cotidiano dos natalenses, permanecendo muitas vezes como uma paisagem admirada à distância.
Há, porém, uma oportunidade histórica: transformar sua borda em um grande parque linear, aproximando definitivamente a população de seu maior patrimônio ambiental.
Mais do que criar uma nova área verde, um parque linear conecta bairros, incentiva deslocamentos a pé e por bicicleta, amplia áreas permeáveis, melhora o microclima urbano e cria um espaço onde cultura, lazer, educação e natureza convivem de forma integrada.
[...]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://instagram.fsdv2-1.fna.fbcdn.net/v/t51.82787-15/745862330_18610204213043813_3625448240006549589_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=CpkARRzK2roQ7kNvwHPHcBF&_nc_oc=AdqohozMTmi-t6HLhQZ8X6VJt_0pObDKIXNKixr1CDz4dgdJ9RzmKOUChWutPBPrHik&_nc_zt=23&_nc_ht=instagram.fsdv2-1.fna&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ta70-Sh8lmM3f8w959Q0ew&_nc_tpa=Q5bMBQJ5yzuoIXCBKHE9k5b_ExBFqUuAPjnHZCYT_qDa6H2x_YUsi9Xkt2RUn0ZDWxrWRetPnM77LVql&oh=00_AQFV6wiq6g9n7cZiBk824jT4RIDgvLct2wx8UmmPT2YU5A&oe=6A8F98CB)
![As grandes cidades do século XXI já compreenderam que parques não são apenas áreas verdes. São infraestrutura urbana.
Durante décadas, investimos na construção de ruas, avenidas e viadutos para facilitar o deslocamento dos automóveis. Hoje, entendemos que a qualidade de uma cidade está na capacidade de oferecer espaços onde as pessoas desejem caminhar, permanecer, encontrar-se e viver.
Um parque é um equipamento de cultura, educação ambiental e cidadania. É um espaço onde diferentes gerações convivem, aprendem e fortalecem sua relação com a cidade e com a natureza. Por isso, torna-se também um dos mais importantes equipamentos de saúde pública que uma cidade pode oferecer.
Natal possui um patrimônio natural raro entre as capitais brasileiras: o Parque das Dunas. Essa reserva de Mata Atlântica regula o clima, protege aquíferos, abriga rica biodiversidade e constitui uma das principais marcas da identidade da cidade. Apesar disso, sua presença ainda é pouco incorporada ao cotidiano dos natalenses, permanecendo muitas vezes como uma paisagem admirada à distância.
Há, porém, uma oportunidade histórica: transformar sua borda em um grande parque linear, aproximando definitivamente a população de seu maior patrimônio ambiental.
Mais do que criar uma nova área verde, um parque linear conecta bairros, incentiva deslocamentos a pé e por bicicleta, amplia áreas permeáveis, melhora o microclima urbano e cria um espaço onde cultura, lazer, educação e natureza convivem de forma integrada.
[...]
Para ler o artigo na íntegra acesse a seção ‘Insights’ no nosso site.](https://instagram.fsdv2-1.fna.fbcdn.net/v/t51.82787-15/745862330_18610204213043813_3625448240006549589_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=CpkARRzK2roQ7kNvwHPHcBF&_nc_oc=AdqohozMTmi-t6HLhQZ8X6VJt_0pObDKIXNKixr1CDz4dgdJ9RzmKOUChWutPBPrHik&_nc_zt=23&_nc_ht=instagram.fsdv2-1.fna&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ta70-Sh8lmM3f8w959Q0ew&_nc_tpa=Q5bMBQJ5yzuoIXCBKHE9k5b_ExBFqUuAPjnHZCYT_qDa6H2x_YUsi9Xkt2RUn0ZDWxrWRetPnM77LVql&oh=00_AQFV6wiq6g9n7cZiBk824jT4RIDgvLct2wx8UmmPT2YU5A&oe=6A8F98CB)


